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Universidade Federal do Maranhão oferece livros UPMaputo

 Docentes e estudantes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA/Brasil), de Licenciatura Interdisciplinar em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros (Liesafro), que estiveram no III Colóquio Internacional Políticas Anti-racistas no Mundo (III CIPAM), na Universidade Pedagógica de Maputo (UPMaputo), ofereceram à Biblioteca Central desta universidade quarenta e duas obras da equipa docente da UFMA sob temática variada na área de ciências humanas, história, filosofia, sociologia, área de educação, e literatura.

 Segundo a professora Kátia Regis da UFMA, os livros permitem um olhar intersectorial da literatura, livros que versam sobre manifestação cultural específica de Maranhão, abordam a questão de trabalho contemporâneo, escravatura, e literatura infantil, um olhar do que estamos pesquisando e ensinando na nossa licenciatura.

“Os livros que oferecemos à UP-Maputo foi uma forma de demonstrar o que a equipa docente da Licenciatura dos Estudos Africanos e Afro-brasileiros está a produzir no que diz respeito a História da Cultura Africana e Afro-brasileira. São obras de docentes que actuam na docência em nosso curso e também dos que colaboram directamente com esta licenciatura, além de obras do reitor da UFMA, Professor Natalino Salgado Filho”, avançou a Professora Regis.

 Acrescentou que a estadia da delegação de Maranhão abre espaço para o diálogo intercultural, aprender a história de Moçambique, suas lutas, desafios, potencialidades, uma das formas de demonstrar o que se produz na licenciatura para construir uma educação que seja anti-racista e com a seriedade e rigorosidade necessária apresente a história africana no continente tão diverso e complexo, como os demais.

 “A ideia de fazer a pesquisa de campo é vivenciar o que acontece num determinado ponto, lemos livros, artigos, que são produzidos pela equipa docente da UPMaputo quando nos oferecem livros recém publicados é uma rica possibilidade de a nossa viagem se estender, fazer com que o nosso trabalho de campo se estenda para que o gosto pelo regresso seja frutífero, o nosso conhecimento parta daquilo que aprendemos”, concluiu a académica Kátia Regis.

 

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